
O cenário
Açougue lida com matéria-prima perecível, facas, moedores, câmaras frias e muita rotina. Quando cada funcionário faz de um jeito, o risco aparece. O trabalho aqui é padronizar o que já acontece e registrar o que precisa ser controlado.
Como trabalhamos
Começamos com uma visita de diagnóstico: observamos o fluxo, as instalações e os registros existentes. Depois definimos o que precisa ser documentado, treinado e monitorado, e só então propomos o escopo, que pode ser pontual ou mensal.
O que organizamos
- Fluxo de recebimento, armazenamento, desossa, moagem e exposição
- Higienização de bancadas, facas, moedores, serras e utensílios
- Controle de temperaturas de câmaras, balcões e recebimento
- Prevenção de contaminação cruzada entre cru, pronto e embalagens
- Documentação e registros adequados à rotina real do balcão
- Capacitação dos manipuladores com linguagem prática
- Avaliação da necessidade de responsável técnico, conforme a exigência aplicável
Perguntas frequentes
Todo açougue precisa de responsável técnico?
Depende da atividade e das exigências do órgão sanitário ou do serviço de inspeção do seu município ou estado. Na primeira conversa identificamos qual regra se aplica ao seu caso.
Qual a frequência de acompanhamento?
Varia com o porte, o volume de manipulação e o que foi contratado. Isso é definido na proposta, por escrito.
Vocês fazem o treinamento da equipe?
Sim. A capacitação de manipuladores pode ser feita no próprio estabelecimento, com registro de participação.
Serviços relacionados
Vamos conversar sobre o seu estabelecimento?
Conte o que você produz ou vende e receba uma orientação inicial sobre o escopo mais adequado.